Cólicas em Bebês

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Cólicas em bebês

Quando o coração de mãe não sabe seguir protocolos.

A expressão “Na teoria a prática é outra” se encaixa perfeitamente no dia a dia das mamães e papais de primeira viagem, e também, claro! Para quem já é experiente no assunto. O fato é que por mais que tenham lido os melhores livros e artigos a respeito, assistido centenas de vídeos, baixado todos os guias possíveis com dicas e instruções, contratado coach de maternidade e até pensado na possibilidade de a Mary Poppins existir de verdade – e tentar conseguir o WhatsApp dela com alguma outra mãe – tudo isso acaba se tornando irrelevante quando na nossa frente há um serzinho frágil, que quando sente dor a única forma que encontra para se comunicar é através do choro. Sem dúvida esse é o momento mais angustiante na vida de qualquer pai e mãe, porque afinal o papel dos pais é prover e proteger. 

Padrão de mãe?

Como a pressão em seguir a cartilha afeta as mulheres nesse período.

Muitas mães se sentem culpadas e ansiosas, justamente por esses eventos ocorrerem em um período de muita fragilidade para a mulher. A fase do pós parto é onde temos duas importantes mudanças acontecendo simultaneamente, para a mãe e para a criança. Um corpo se construindo enquanto o outro se reconstrói. Entender esse processo e todas as suas especificidades é parte importante para que todas as decisões sejam tomadas de forma tranquila, serena e assertiva.

Cólicas são normais

A biologia está aí para dar sentido a isso.

Cólicas em recém-nascidos é uma pauta que ultrapassa gerações. Quem nunca ouviu dos avós sobre o jeito certo de posicionar o neném ou mesmo os chazinhos “tiro e queda”, que é o mesmo que “tirar a dor e jogar fora”? Acho que todo mundo. Essas dores acometem os bebês e segundo a SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria) não se conhece com exatidão as causas, porém alguns fatores podem estar relacionados a esse evento:

  • Ingestão de ar na hora de mamar (no peito ou na mamadeira)
  • Consumo de alimentos que geram gases
  • Intolerância a algum alimento ou componente
  • O intestino do bebê ainda não está completamente maduro, pelo contrário, ainda está se adaptando às novas condições de alimentação, o que torna a digestão mais complicada.


“Também podem influenciar seu aparecimento a imaturidade do sistema nervoso central, intolerância à lactose, anormalidades em hormônios gastrintestinais, alteração da motilidade e na colonização do intestino.” (Sociedade Brasileira de Pediatria)

Padrão de mãe?

Como a pressão em seguir a cartilha afeta as mulheres nesse período.

Muitas mães se sentem culpadas e ansiosas, justamente por esses eventos ocorrerem em um período de muita fragilidade para a mulher. A fase do pós parto é onde temos duas importantes mudanças acontecendo simultaneamente, para a mãe e para a criança. Um corpo se construindo enquanto o outro se reconstrói. Entender esse processo e todas as suas especificidades é parte importante para que todas as decisões sejam tomadas de forma tranquila, serena e assertiva.

Ajudar o neném requer entender os sinais

Especialistas ajudam a entender os sinais da criança.

Para saber identificar se a criança está mesmo com cólica, os pediatras indicam a chamada “regra de 3”. Se o bebê chora por mais de três horas seguidas, três vezes na semana e por três semanas ou mais, tudo indica que o problema seja a cólica. Segundo a dr Kelly Oliveira do @pediatriadescomplicada, há também alguns sintomas que são importantes observar:

  • Episódios de choro previsíveis 
  • Choro sem razão aparente 
  • Mudanças na postura. O bebê se contorce e flexiona as perninhas em direção à barriga
  • Barriga endurecida e mãos fechadas 
  • O neném pode apresentar gases, com exaustão

Mas nem tudo são cólicas

Entenda porque.

Saber identificar a causa da dor é parte fundamental para iniciar o plano de ação, eliminando atitudes precipitadas que podem, inclusive, comprometer ainda mais a saúde e bem estar do recém-nascido. Há por exemplo, casos de disquesia que podem ser confundidos com cólicas. Disquesia é quando o lactente sente vontade de fazer cocô e não evacua, precisando de esforço e tempo para conseguir eliminar as fezes. Manter a calma e acolher o bebê contribui para que o mesmo fique mais tranquilo e consiga evacuar. Massagens na região abdominal também podem aliviar as dores e estimular a evacuação.

Ouça a voz da experiência

Da vovó e principalmente a do Dr.

Receitas caseiras, como aquelas que aprendemos das nossas avós, que remetem a tantas lembranças e nos mostram o quanto a sabedoria, por vezes milenar, é capaz de nos ensinar tanto sobre o mundo e suas particularidades, são uma boa opção para momentos em que não sabemos a quem recorrer, mas a avaliação do seu médico pediatra é primordial na hora de tomar tais decisões. As dicas que eles dão para o alívio da dor são: 

  • Tente colocar uma bolsa térmica, com temperatura morna, sobre a barriguinha no neném
  • Fazer exercícios com o dedo polegar e indicador no umbigo do bebê, nas direções horizontal e vertical 
  • Massagens no sentido horário. Esse método não é apenas curativo como também preventivo 
  • Movimento “bicicletinha” com as perninhas da criança
  • Baby Essence ….
  • Muito amor, carinho e paciência (com a mamãe e com o bebê)


Esses três últimos configuram como os ingredientes principais para uma maternidade plena, feliz e livre de cólicas. O primeiro passo é a aceitação. Aceitar que desde a concepção, passando pela gestação e chegando na melhor parte – que é receber – poder pegar essas fofuras no colo; cada momento será único e cada etapa exigirá um pouco de nós para que muito seja dado a eles. Vale muito a pena cada passo nessa jornada.

Cólicas em bebês

Quando o coração de mãe não sabe seguir protocolos.

A expressão “Na teoria a prática é outra” se encaixa perfeitamente no dia a dia das mamães e papais de primeira viagem, e também, claro! Para quem já é experiente no assunto. O fato é que por mais que tenham lido os melhores livros e artigos a respeito, assistido centenas de vídeos, baixado todos os guias possíveis com dicas e instruções, contratado coach de maternidade e até pensado na possibilidade de a Mary Poppins existir de verdade – e tentar conseguir o WhatsApp dela com alguma outra mãe – tudo isso acaba se tornando irrelevante quando na nossa frente há um serzinho frágil, que quando sente dor a única forma que encontra para se comunicar é através do choro. Sem dúvida esse é o momento mais angustiante na vida de qualquer pai e mãe, porque afinal o papel dos pais é prover e proteger. 

Padrão de mãe?

Como a pressão em seguir a cartilha afeta as mulheres nesse período.

Muitas mães se sentem culpadas e ansiosas, justamente por esses eventos ocorrerem em um período de muita fragilidade para a mulher. A fase do pós parto é onde temos duas importantes mudanças acontecendo simultaneamente, para a mãe e para a criança. Um corpo se construindo enquanto o outro se reconstrói. Entender esse processo e todas as suas especificidades é parte importante para que todas as decisões sejam tomadas de forma tranquila, serena e assertiva.

Cólicas são normais

A biologia está aí para dar sentido a isso.

Cólicas em recém-nascidos é uma pauta que ultrapassa gerações. Quem nunca ouviu dos avós sobre o jeito certo de posicionar o neném ou mesmo os chazinhos “tiro e queda”, que é o mesmo que “tirar a dor e jogar fora”? Acho que todo mundo. Essas dores acometem os bebês e segundo a SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria) não se conhece com exatidão as causas, porém alguns fatores podem estar relacionados a esse evento:

  • Ingestão de ar na hora de mamar (no peito ou na mamadeira)
  • Consumo de alimentos que geram gases
  • Intolerância a algum alimento ou componente
  • O intestino do bebê ainda não está completamente maduro, pelo contrário, ainda está se adaptando às novas condições de alimentação, o que torna a digestão mais complicada.


“Também podem influenciar seu aparecimento a imaturidade do sistema nervoso central, intolerância à lactose, anormalidades em hormônios gastrintestinais, alteração da motilidade e na colonização do intestino.” (Sociedade Brasileira de Pediatria)

Padrão de mãe?

Como a pressão em seguir a cartilha afeta as mulheres nesse período.

Muitas mães se sentem culpadas e ansiosas, justamente por esses eventos ocorrerem em um período de muita fragilidade para a mulher. A fase do pós parto é onde temos duas importantes mudanças acontecendo simultaneamente, para a mãe e para a criança. Um corpo se construindo enquanto o outro se reconstrói. Entender esse processo e todas as suas especificidades é parte importante para que todas as decisões sejam tomadas de forma tranquila, serena e assertiva.

Ajudar o neném requer entender os sinais

Especialistas ajudam a entender os sinais da criança.

Para saber identificar se a criança está mesmo com cólica, os pediatras indicam a chamada “regra de 3”. Se o bebê chora por mais de três horas seguidas, três vezes na semana e por três semanas ou mais, tudo indica que o problema seja a cólica. Segundo a dr Kelly Oliveira do @pediatriadescomplicada, há também alguns sintomas que são importantes observar:

  • Episódios de choro previsíveis 
  • Choro sem razão aparente 
  • Mudanças na postura. O bebê se contorce e flexiona as perninhas em direção à barriga
  • Barriga endurecida e mãos fechadas 
  • O neném pode apresentar gases, com exaustão

Mas nem tudo são cólicas

Entenda porque.

Saber identificar a causa da dor é parte fundamental para iniciar o plano de ação, eliminando atitudes precipitadas que podem, inclusive, comprometer ainda mais a saúde e bem estar do recém-nascido. Há por exemplo, casos de disquesia que podem ser confundidos com cólicas. Disquesia é quando o lactente sente vontade de fazer cocô e não evacua, precisando de esforço e tempo para conseguir eliminar as fezes. Manter a calma e acolher o bebê contribui para que o mesmo fique mais tranquilo e consiga evacuar. Massagens na região abdominal também podem aliviar as dores e estimular a evacuação.

Ouça a voz da experiência

Da vovó e principalmente a do Dr.

Receitas caseiras, como aquelas que aprendemos das nossas avós, que remetem a tantas lembranças e nos mostram o quanto a sabedoria, por vezes milenar, é capaz de nos ensinar tanto sobre o mundo e suas particularidades, são uma boa opção para momentos em que não sabemos a quem recorrer, mas a avaliação do seu médico pediatra é primordial na hora de tomar tais decisões. As dicas que eles dão para o alívio da dor são: 

  • Tente colocar uma bolsa térmica, com temperatura morna, sobre a barriguinha no neném
  • Fazer exercícios com o dedo polegar e indicador no umbigo do bebê, nas direções horizontal e vertical 
  • Massagens no sentido horário. Esse método não é apenas curativo como também preventivo 
  • Movimento “bicicletinha” com as perninhas da criança
  • Baby Essence ….
  • Muito amor, carinho e paciência (com a mamãe e com o bebê)


Esses três últimos configuram como os ingredientes principais para uma maternidade plena, feliz e livre de cólicas. O primeiro passo é a aceitação. Aceitar que desde a concepção, passando pela gestação e chegando na melhor parte – que é receber – poder pegar essas fofuras no colo; cada momento será único e cada etapa exigirá um pouco de nós para que muito seja dado a eles. Vale muito a pena cada passo nessa jornada.

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